Wellington Cordeiro nasceu em Campos, no dia 26 de fevereiro de 1972, filho de Marlene Cordeiro Corrêa e Orlando Rangel.
Possui registro profissional de jornalista e repórter fotográfico no Ministério do Trabalho (21.174/DRT-RJ) e licenciatura em Artes Visuais pelo Centro Universitário Fluminense/UNIFLU.
É membro do Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes desde 2019; membro da Associação de Imprensa Campista desde 2006; membro do Conselho Supremo da Fundação Benedito Pereira Nunes desde 2021; membro do Conselho Curador da Fundação Cultural de Campos desde 2022; membro do Conselho Curador da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima desde 2023; membro da Associação de Amigos de Ao Livro Verde desde 2024; membro da diretoria do Centro Cultural Marcelo Sampaio desde 2026; e é responsável pelo Centro de Memórias da Faculdade de Medicina de Campos desde 2017.
É editor e produtor do livro Memória Visual e Afetiva de Quissamã (2006); editor e produtor do livro Centro Cultural Sobradinho – passado, presente e futuro (2007); realizou pesquisa histórica para o livro Tidinho: o menino contador de história – uma outra versão da história de Quissamã (2008); produtor e autor de capítulo do livro Machadinha: origem, história e influências (2009); e coordenador editorial do catálogo Custodópolis: Território, Vulnerabilidades e Saúde (2012).
Realizou pesquisas iconográficas para o Museu Casa Quissamã, em 2006; para o Centro Cultural Sobradinho, em Quissamã, em 2007; e para o Complexo Cultural Fazenda Machadinha, em 2008. Participou de pesquisa iconográfica em Angola/África, em 2008. Foi responsável pelo pedido aprovado de tombamento como Patrimônio Imaterial Histórico e Cultural de Campos dos Goytacazes do Baobá da Beira-Valão, em 2012, e do Bar Ao Gato Preto, em 2014.
Participou do Curso de Preservação de Acervos Científicos e Culturais, pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins/RJ, em 2016; ministrou a palestra “Negro Nilo”, pelo centenário de Nilo Peçanha, no IHGCG, em 2017; participou do debate “Memórias da Imprensa Campista e os 90 anos da AIC”, em 2019; participou de bate-papo sobre os sambistas Roberto Ribeiro e Eli Miranda, no Espaço Cultural Marcelo Sampaio, em 2020; realizou a curadoria da exposição “A cidade em tempos de pandemia – A visão dos fotógrafos neste momento de isolamento social”, pela Associação de Imprensa Campista, em 2020; participou de bate-papo sobre o samba campista no evento “A Villa é Samba”, em 2022; ministrou a palestra “Africanidades” na Roda de Conversa Cultural “Ancestralidade Africana e seu contexto com a saúde”, na Faculdade de Medicina de Campos, em 2023; e realizou pesquisas para o Projeto Bambas da Planície, em 2024.
