Nasceu em Campos dos Goytacazes, em 11 de fevereiro de 1926, e faleceu, em 6 de fevereiro de 2012, aos 85 anos, vitimado de uma insuficiência respiratória, decorrente de um câncer.
Filho de Jorge Pereira Pinto, o “seu” Jorge vereador e Alcinda Pinheiro Lopes Pereira Pinto (morta no histórico tiroteio no comício integralista de 1937, promovido pela polícia). Fez seus estudos iniciais em escolas locais, tendo-os concluído no Internato São José, dos padres maristas no Rio de Janeiro. Jorge Renato era irmão de Carlos Alberto, Antônio Carlos e Maria Lúcia e pai de Hélvia, Cláudio e Vera e sobrinho do industrial e senador José Carlos Pereira Pinto.
Jorge Renato Pereira Pinto era da família que foi proprietária da Usina Santa Maria e que deu nome a muitos colégios de nossà região, como os estaduais Estefânia Pereira Pinto, de Santo Eduardo e Dr. José Pereira Pinto, em Santa Maria e também foi diretor por muitos anos do antigo Colégio Cenecista Nossa Senhora Aparecida, hoje municipal. Empresário do açúcar foi coproprietário da Usina Santa Maria, onde exerceu o cargo de direção até 1982.
Formado em Engenharia Industrial e Geografia, pela Escola de Engenharia do Instituto Mackenzie — São Paulo, em 1949. Complementou seus estudos com outros cursos, tais como: Comunicação Audiovisual pelo Centro de educação Técnica do Estado da Guanabara, em 1970; Extensão em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Políticas — RJ, em 1971; Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Santa Úrsula — RJ, em 1976.
Engenheiro e professor, dedicou-se a pesquisas históricas.
Pereira Pinto foi vice-prefeito de Campos, membro dà Academia Campista de Letras, do Instituto Histórico de Campos, Conselheiro e professor da Escola Técnica Federal de Campos, hoje Instituto Federal Fluminense, da Faculdade Cândido Mendes, da Faculdade de Filosofia de Itaperuna. Por várias vezes, Jorge Renato presidiu à Associação de Engenheiros de Campos e Associação Norte Fluminense de Engenheiros e Arquitetos (Anfea). Foi presidente dà Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic), um dos fundadores da Fundação de Desenvolvimento do Norte Fluminense (Fundenor) e seu diretor e da Cooperativa Fluminense de Laticínios (COPERFLU).
Entre suas obras estão: “Um pedaço de terra chamado Campos”, 1987; “O ciclo do açúcar em Campos”, 1995; “Os atos de um homem — monografia de Dr. Lourival M. Beda”, 1998; “Só o amor vence — umà história tão real quanto à vida”, 1997; “O filho da eternidade — à vida do Dr. Philipe Uebe”, 1999; Salão Nobre da Santa Casa de Misericórdia de Campos, 1999, “A saga do intrépido capitão Pero de Góis”, 2000, “José do Patrocínio — O Herói Esquecido”, 2003 e “O advogado Paulo Pinto”, 2008.
Recebeu os Prêmios Alberto Ribeiro Lamego — Discurso (09/12/1995), e Prêmio Banco Real de Talento da Maturidade — comemoração do ano internacional do idoso, 1999.

